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Vilas e lugares

Marcos da Madeira — a lista do que é mesmo imperdível

Uma lista curta e honesta dos marcos que definem a Madeira: o cume do Pico do Arieiro, o skywalk do Cabo Girão, as piscinas naturais do Porto Moniz, o Jardim Botânico, a Zona Velha do Funchal e a baía de Câmara de Lobos. Cada um com uma página própria e verificada.

Montanha e miradouros

  • Pico do Arieiro — 1 818 m, com acesso de carro até ao cume e a travessia PR1 para o Pico Ruivo
  • Pico Ruivo — 1 862 m, o ponto mais alto da ilha, pela Achada do Teixeira
  • Cabo Girão — plataforma de vidro sobre uma falésia de 580 m, entrada livre
  • Miradouros do Curral das Freiras e da Boca dos Namorados

Mar, jardins e cidade

  • Piscinas naturais do Porto Moniz — rocha vulcânica e água do Atlântico
  • Jardim Botânico da Madeira — mais de 2 500 espécies acima do Funchal
  • Zona Velha do Funchal — portas pintadas, tascas e fado
  • Câmara de Lobos — a baía dos barcos coloridos e da poncha
  • Mercado dos Lavradores — flores, fruta e peixe fresco no centro do Funchal

Perguntas frequentes

Qual é o marco número um da Madeira?
O Pico do Arieiro, pela combinação de acesso fácil de carro aos 1 818 m e da vista acima das nuvens ao nascer do sol — é a paisagem mais fotografada da ilha.
Dá para ver os principais marcos em três dias?
Dá, com carro: um dia para a montanha (Arieiro e Curral), um dia para o oeste (Cabo Girão e Porto Moniz) e um dia para o Funchal (Zona Velha, mercado e Jardim Botânico).
Quais são gratuitos?
O Cabo Girão, os miradouros, a Zona Velha e o Mercado dos Lavradores têm entrada livre. O Jardim Botânico, o Museu CR7 e o complexo balnear do Porto Moniz são pagos.

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Esta página existe também em inglês, com os dados em direto e as fichas completas: versão inglesa.