Resposta rápida
Fique sempre no Funchal e faça uma região por dia: Funchal e Monte, Pico do Arieiro de carro, o leste e Machico, a volta à costa norte e uma levada plana como os Balcões ou a Levada do Rei. Todos estes pontos altos se alcançam de carro, com uma caminhada curta e sem inclinação no final.
A seguir
As nossas sugestões para estas zonas estão na página Onde ficar, com níveis de preço e o que esperar de cada uma.
Contexto
O erro mais comum de quem viaja com mais idade é mudar de hotel. Ficar no Funchal elimina dias de malas e nenhum ponto da ilha fica a mais de duas horas de estrada, por isso uma única base chega para uma semana.
Uma semana confortável: dia 1, zona velha do Funchal, mercado e teleférico para o Monte, com os jardins e táxi na descida. Dia 2, Pico do Arieiro: estaciona-se a 1 818 m e o primeiro miradouro fica a 200 m planos: e Cabo Girão, com passadiço de vidro sem degraus. Dia 3, o leste, com a praia do Machico e o miradouro da Ponta de São Lourenço a partir do parque, sem fazer o trilho todo. Dia 4, a volta ao norte por Santana, São Vicente e Porto Moniz, tudo a poucos passos do estacionamento. Dia 5, uma levada plana. Dia 6, Câmara de Lobos e a promenade do Funchal. Dia 7, jardins e aeroporto.
Para caminhar, escolha a Levada dos Balcões (1,5 km em cada sentido, plana, sem túneis) ou a Levada do Rei em vez das 25 Fontes ou do Caldeirão Verde, que têm túneis longos sem iluminação e piso irregular. Evite a travessia do PR1: são cerca de mil metros de escadas e troços expostos.
Notas práticas: a zona velha do Funchal é de calçada e íngreme longe da marginal, os transferes com viatura adaptada precisam de marcação prévia e as farmácias e os cuidados de saúde no Funchal são bons e acessíveis.